quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Frase do dia

Permiti-vos que me apresente: Eu sou homem de muito bons gosto e modo. De inúmeras mulheres, em insensibilidade aos seus momentos de dúvida e dor, roubei a alma e a fé! Aventurai-vos a brincar com fogo, mas tende certa cortesia, adequada discrição e muito refinamento!!!!

Belo e maldito
(Adaptado de Sympathy for the Devil)

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Pronome "você"

No Brasil, pelo menos em São Paulo, o pronome "você" praticamente extinguiu os pronomes pessoais "tu" e "vós". 
"Você" é o pronome de tratamento "vossa mercê (graça/concessão)", em sua questionável forma evoluída, que, inclusive, já foi "vossemecê", "vosmecê" e "voncê". No futuro, deverá ser apenas "cê".
Hoje, já há quem diga que "você" é pronome pessoal a depender da construção da frase! Completo absurdo! 
Eu desafio o leitor a encontrar um erro na seguinte frase proferida em uma conversa entre dois amigos,  em que Márcio elogia Alexandre: "Você é muito esperto!"
Bom, considerando que "vossa mercê" é formado por pronome possessivo e substantivo do gênero feminino, o correto seria o adjetivo também flexionar-se na forma feminina. Assim, embora a conversa se desenvolva entre duas pessoas do sexo masculino, a frase correta seria: "Você é muito espertA" (Vossa mercê/graça é muito esperta). Fenômeno de mesma natureza acontece com "a gente": Não importa se o grupo de pessoas que ele represente seja formado apenas por homens, eventual adjetivo deve concordar com o gênero feminino da expressão; Por exemplo, o time de futebol masculino dos santos, em referência à sua qualidade profissional, deve dizer: "A gente é boa jogadora". Afinal, sexo é diferente de gênero: As pessoas têm o primeiro; As palavras, o segundo.
Como tudo mais, mas principalmente no idioma, o errado vira certo pelo "uso consagrado" e, muitas vezes, cria-se regra gramatical para justificar estes "desvios". Para este caso, criou-se a "silepse de gênero". Silepse seria, então, figura de construção que trata da concordância que acontece não com o que está explícito na frase, mas com o que está mentalmente subentendido, com o que está oculto. É, portanto, uma concordância ideológica, que ocorre com a ideia que o falante quer transmitir. É também chamada de concordância irregular. 
Embora eu não tenha esperança de que a situação se reverta, gostaria de que os pronomes pessoais voltassem a ser adequadamente usados; Normalmente, eu evito o uso destes pronomes pessoais, especialmente do "vós", porque a minha fala pode parecer afetada e, ainda, passar a ideia de arrogância, embora os considere muito bonitos!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Teoria da Relatividade e a Roupa Nova do Rei

             Desde muito jovem, eu criei grande curiosidade e admiração pela Teoria da Relatividade Geral, que parecia encerrar grande verdade e beleza; No entanto, entendê-la sempre foi um grande desafio. Depois de muita pesquisa dedicada, passei a entender a razão de tão difícil apreensão de seu conceitos: A teoria não pode estar correta!!!! Ao menos, não em sua totalidade!!!! Eu tenho plena consciência de que esta afirmação se parece com tantas outras contestações absurdas da Teoria da Relatividade, Especial ou Geral, e não ficaria surpreso se, em algum dia, tivesse de rever meus conceitos; Mas, não estou só: Grandes nomes da ciência também se rebelaram contra a teoria; Além disso, ao contrário da crendice popular, Albert Einstein nunca ganhou o prêmio Nobel por este trabalho.
           A teoria se esfacela diante dos "experimentos mentais". O mais conhecido deles é o Paradoxo dos Gêmeos, de acordo com a Wikipédia:

Paradoxo dos Gêmeos, ou Paradoxo de Langevin, é um experimento mental envolvendo a dilatação temporal, uma das consequências da Relatividade restrita. Nele, um homem que faz uma viagem ao espaço numa nave de grande velocidade, voltará em casa mais novo que seu gêmeo que ficou em Terra, movendo-se a velocidades quotidianas.


Do enunciado

Dois gêmeos A e B idênticos, estando o irmão A em uma nave espacial na qual ele viajará a uma velocidade muito próxima de (velocidade da luz) - enquanto o outro, B, permanece em repouso na Terra. Para B, a nave está se movendo, e por conta disso ele pode afirmar que o tempo está correndo mais lentamente para seu irmão A que está na nave.
Analogamente, A vê a Terra se afastar, pelo que ele pode, da mesma forma, afirmar que o tempo corre mais lentamente para B.
Quando a nave retornar à Terra, qual dos dois efetivamente estará mais jovem?

[editar]Da solução

Em primeiro lugar, o enunciado parte de uma premissa errada. No quadro da relatividade restrita, a simultaneidade de acontecimentos não é garantida entre referenciais movendo-se um em relação ao outro, logo, não faz sentido comparar o correr do tempo para o gêmeoA com o correr do tempo para o gêmeo B sem referir qual o referencial em que essa comparação está a ser feita. Por isso, concluímos que essa teoria é relativamente linear.
O que o gêmeo B pode afirmar é que o tempo corre mais lentamente para o seu irmão A quando medido no seu referencial (de B). Do mesmo modo, o gêmeo A pode afirmar que o tempo corre mais rapidamente para o seu irmão B quando medido no seu referencial (de A). A situação dos dois gêmeos é simétrica enquanto cada qual estiver no seu referencial inercial. Lembrando que os efeitos relativísticos são sempre atribuídos ao outro.
Mas existe uma quebra de simetria fundamental no problema: somente o irmão B pode afirmar que esteve todo o tempo em um mesmo referencial inercial, a Terra, enquanto que o irmão A saiu do referencial inercial Terra e foi para um referencial movendo-se a velocidade constante em relação ao primeiro; mais tarde, teve de inverter o sentido do movimento (outra mudança de referencial inercial) e, finalmente, abrandar e regressar ao referencial em que se encontrava à partida (uma terceira mudança de referencial inercial).
Assim, a comparação do correr do tempo pode ser feita no referencial inercial da Terra - que foi onde B sempre esteve e de onde partiu e chegou - e conclui-se que B é mais velho do que A.
Estas mudanças de referencial inercial implicam uma aceleração, e A, enquanto acelerado, encontra-se num referencial não-inercial.

            A explicação acima, dada por Rindler, W. Introduction to Special Relativity, (Oxford University Press, Oxford 1991), é tão absurda que faz lembrar do conto de fadas "A Roupa Nova do Rei, do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, de 1837, em que um bandido se faz passar por alfaiate e, ao deixar o rei nu, sustenta que apenas pessoas inteligentes e astutas poderiam ver a maravilhosa roupa. As pessoas e o próprio rei, por temor a não serem consideradas inteligentes, fingem se maravilhar com a "criação artística". Apenas algo semelhante pode explicar a aceitação desta solução.
          A teoria se apoia em dois postulados: Todos os sistemas de coordenadas inerciais são igualmente equivalentes e a velocidade da luz é invariante (+/- 300.000 km/s) em relação a qualquer sistema de coordenada inercial. Assim, como observado pelo Dr. Rindler, se houvesse qualquer alteração de tempo, o efeito de retardo /dilatação do tempo seria igual e reciprocamente percebido pelos gêmeos A e B, mas, ao contrário do que sustenta, não há quebra de simetria pelo fato de o gêmeo A ter alterado o seu sistema de referencial durante a viagem. A aceleração não produz o efeito físico pretendido e não serve de "marcador" para a natureza saber a quem aplicar os efeitos da relatividade no futuro; A natureza não funciona com efeitos futuros. Se assim fosse, teríamos forçosamente um sistema de coordenada inercial privilegiado, o que contraria o postulado fundamental da teoria. Por outro lado, poder-se-ia criar um experimento mental em que os gêmeos A e B partissem da Terra em direções diametralmente opostas e em que estivessem simultaneamente submetidos as mesmas acelerações inversas: O tempo sofreria dilatação, pois os gêmeos se moveriam um relação ao outro, mas não se poderia creditar a qualquer um deles o efeito de envelhecer mais, porque submetidos as mesmas variações inerciais.
          O mais espantoso de tudo é que a teoria nasceu, em grande parte, da tentativa de explicar, dentre outros fenômenos, o experimento de Michelson e Morley, de 1887, que pretendiam medir o deslocamento da luz pelo "Éter Luminífero", algo que se imaginava existir para portar as ondas eletromagnéticas e, em relação ao qual, todo movimento pudesse ser estabelecido. O experimento foi um retumbante fracasso. Estranhamente, embora o resultado obtido na experiência estivesse em completa e perfeita consonância com o relativismo de Galileu e a física clássica de Newton se se aceitasse o fato de a luz não se comportar diferentemente de corpos massivos, físicos, como Einstein e Poincaré, começaram a conjecturar acerca de corpos em contração e tempo a se dilatar, de modo a artificialmente atribuir uma característica especial à Luz: a invariância (2o. Postulado da Teoria).
          A Teoria da Relatividade é, ainda, incompatível com a mais bem sucedida teoria moderna: A física quântica; Ademais todos os experimentos que declaram comprovar a veracidade da Teoria passam por algum tipo de crítica; O mais moderno e famoso deles, o do relógio do GPS, é muito bem contestado por Paul Marmet, em "The GPS and the Constant Velocity of Light."
         Assim, tenho de sustentar a inconsistência da Teoria da Relatividade.
Recomendo, por fim, o site http://www.ecientificocultural.com/Relat/luz01.htm, sobre o fenômeno Luz e as falácias da Relatividade.

domingo, 4 de setembro de 2011

Regressão à média

           Alguma vez, já experimentaste a sensação de que, imediatamente após elogio por desempenho excepcional, a performance, própria ou de outrem, piorara? Nestes casos, é comum atribuir a piora de desempenho ao elogio emitido: "Foi só elogiar ...". Por outro lado, após reprimenda por desempenho insatisfatório, a de que a performance melhorara? Com base nestas experiências, é possível concluir que o estímulo negativo da reprimenda funcione melhor que o positivo do elogio; Em verdade, não é bem assim! O que realmente acontece é explicado pelo fenômeno estatístico conhecido como "regressão à média": Normalmente, o desempenho pessoal está sujeito à oscilação entre resultados superiores e inferiores, que são proporcionalmente mais raros à medida em que se afastam do desempenho médio. Portanto, é perfeitamente natural que, após desempenho excepcionalmente melhor, a próxima experiência se aproxime da média (regrida à média) e apresente piora; Da mesma forma, espera-se a melhora após o desempenho excepcionalmente ruim. Conclui-se, então, que o elogio e a reprimenda não são responsáveis respectivamente pela piora e melhora de desempenho; Ao menos, não como a experiência sugere! Pela minha experiência pessoal, arrisco a emitir a opinião de que o elogio tende a apresentar resultados mais satisfatórios!!!!!!!!!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Xadrez

A chacina da família Latron

-Alguém quer nos exterminar! queixou-se o velho  banqueiro.
-Até que não seria tão mau...resmungou entre dentes o inspetor En Passant, que já tinha ouvido umas e outras do banqueiro Latron e depois perguntou sério:
     -Do que se trata afinal?
     -Em curto espaço de tempo,  continuou o velho  Latron, três acionistas do nosso banco morreram em circunstâncias misteriosas. Henry foi atropelado por um automóvel, Jacques foi encontrado asfixiado  no  fundo  de um poço, Louis explodiu junto com seu avião particular...
     -Me lembro, suspirou En Passant, estivemos investigando o caso...
     -Mas não encontraram nada, não é mesmo? E agora só sobramos nós 4.
     -E quem são esses "nós"?
     -Você deve saber que nosso  banco é uma empresa familiar. Ainda no século passado, quando fundaram o banco, constituiram o sistema administrativo e a transmissão do poder da seguinte forma:
 Um Presidente seguido  por 2 vices, que por sua vez são seguidos  por 2 diretores e por fim mais 2 assessores - ao todo sete elementos - que distribuem tanto os lucros quanto as responsabilidades em proporções decrescentes, conforme o cargo, informou o  velho Latron, prosseguindo:

     - O presidente do banco sou  eu. Meus vices: o finado Henry, e meu sobrinho Albert; meus diretores: os falecidos Jacques e Louis...
     -E quem está na base dessa escadinha de poder?
     -Meus dois sobrinhos, os irmãos Desirré e François, que agora deveriam ser promovidos, mas devido às atuais circunstâncias resolvemos não fazer alterações.
     -E como são esses jovens?
     -Nem parece que são irmãos, queixou-se o velho Latron: François não se importa nem um  pouco com nosso circunspecto trabalho, é mulherengo, bebe e ainda por cima, pinta. Em compensação Desirée é o primeiro a chegar ao   banco  o último a sair, se interessa por todo pedaço  de papel. Ele será  o futuro grande chefe, o legítimo herdeiro dos Latrons.
     -Humm, disse o pensativo En Passant, e, virando-se para seu  assessor Piéce Touchée:
     -O que você sugere?
     -Que tal fazer uma investigação na casa dos três parentes?
     -Tive uma ótima idéia, disse En Passant, virando-se para Latron.
     -Vamos fazer uma investigação na casa dos seus 3 sobrinhos; será que daria para convocá-los para uma reunião  inesperada?
     Alguns dias depois Latron fez o  chamado para a reunião, da qual nenhum familiar pode se esquivar. Nesse meio tempo, os homens de En Passant vasculharam o edifício onde moravam os três parentes, encontrando o seguinte: no apartamento de Albert,  1500 fotos de nus  artísticos, perfeitamente catalogadas: no apartamento  de François, diversos quadros não vendidos e um monte de tintas, que segundo o perito, poderia ser usadas como veneno; só no apartamento de Desirée é que não encontrarem nada. Já queriam se afastar do prédio, quando no  salão de jogos um dos policiais gritou:
     -Um tabuleiro montado!
     Chamaram En Passant imediatamente, já que era notório o seu envolvimento com o jogo.  Ele veio acompanhado do  "expert" de xadrez,  o filhinho do detetive Piéce de Touchée, que, olhando com enfado para o  tabuleiro, declarou com uma ponta de desprezo.
     -É um problema de xadrez. Mate em nove lances





     -E como se resolve o problema? -  perguntou o inspetor.
     -A solução é a seguinte: 1.Rb7 Qxb7 2.Bxg6+ Kxg6 3.Qg8+ Kxf5 
 4.Qg4+ Ke5 5.Qh5+ Rf5 6.f4+ Bxf4 7.Qxe2+ Bxe2 8.Re4+ dxe4 9.d4
mate.




 Isto é, para resolvê-lo, as brancas têm que sacrificar todas as suas peças e dar o mate com o peão remanescente.
     -Como é que é mesmo?,  perguntou surpreso Piéce Touchée. Então todas as figuras brancas têm que morrer e a menor de todas é que dá o mate? Mas,  os Latrons são sete e pelos indícios o assassino quer eliminar seis para depois ser ele o vitorioso!
     Começo a entender, disse En Passant, mas quem será a próxima  vítima?
     Vejamos, disse excitado seu assessor, as figuras  de xadrez têm seus valores definidos. A mais forte é a dama, seguida das 2 torres, seguidas  dos bispos e ou cavalos, e por último os peões. Os 3 primeiros assassinatos correspondem ao organograma da família Latron, às 3 peças sacrificadas no problema: a torre o bispo e o  cavalo... a torre sacrificada no início, corresponde ao  Vice-Presidente Henry, o bispo ao diretor Jacques, o cavalo ao diretor Louís. Depois vem um peão, isto é, Desirée ou François... A  dama a ser sacrificada em e2 significa o velho Latron... Depois vem a outra  torre em e4, isto é, Albert. E por fim, permanece um único peão, Desirée ou François. Só precisamos saber quem é que gosta de xadrez.
     Chamaram o velho Latron. Contaram o que haviam descoberto.  Mas não conseguiram deduzir quem era o assassino porque o tabuleiro estava no  salão comunitário e tanto Albert, quanto  Desirée e François eram enxadrístas fanáticos.
     -É óbvio do que se trata,  disse Latron, o assassino vai ser o peão,  meu sobrinho inútil, François. Prendam-no!
     En Passant estava inclinado a atendê-lo, pois seus chefes há tempos  que vinham pressionando-o para resolver o caso dos assassinatos da Casa  Latron, mas Piéce Touchée sussurou-lhe alguma coisa...
     -Por enquanto não vamos prender ninguém, decidiu En Passant, mas vamos seguir os passos do suposto assassino.
     -10 dias depois prenderam o assassino, quando pingava veneno no copo  de outro Latron. No flagrante confessou tudo, mas ficou muito surpreso pelo fato da polícia ter pressentido suas ações, tão  artisticamente  planejadas.
     Pois é, você deixou todo o plano do crime exposto... sorriu En Passant.
 -E quem era o assassino?
     Não, não  era François, mas o bem-educado Desirée.! Piéce Touchée havia notado que o simbolismo do problema era tão perfeito que devia ser observada também a naturalidade de cada peão. Os peões se movem nas colunas "d" e  "f" e estas letras são também as iniciais dos nomes Desirée e François. No problema, o peão sacrificado é o peão "f" e o peão "d" é o que sai vitorioso! Suas suspeitas se confirmaram. Desirée se preparava para envenenar seu irmão François, quando  foi  flagrado...


Traduzido do livro " As novas aventuras do Inspetor En Passant" de Gyorgy Bakcsi.

sábado, 27 de agosto de 2011

Extinção da voz passiva sintética

              Hoje, gostaria de militar a extinção da "voz passiva sintética", que, na minha humilde opinião, não passa de aberração gramatical. Utilizando exemplo bem conhecido, manifesto o entendimento de que a forma "vende-se casas" deveria ser a correta, pois estaria de acordo com o que já se preconiza para verbos transitivos indiretos e intransitivos, bem como com a regra de que o verbo deve concordar com o sujeito, não com o objeto. Embora a oração "casas são vendidas" (voz passiva analítica) expresse a mesma informação, é evidentemente frase diversa da anterior. Assim, a partícula "se" seria sempre índice de indeterminação do sujeito: Além de mais simples, porque se aplicaria a todas as formas verbais, é mais lógico. Parece-me claro que a frase "vende(m)-se casas" indica que alguém (sujeito indeterminado) vende casas (objeto direto), análise rigorosamente igual à praticada para os verbos transitivos indiretos e para os intransitivos ( Ex.: precisa-se de empregados -> alguém precisa de empregados // Nada-se bem -> alguém nada bem); Além do mais, eliminar-se-ia uma das muitas exceções de nossa língua. Se esta correlação entre a voz passiva analítica e a sintética existe para o verbo transitivo direto (v.t.d.) deveria valer também para os verbos intransitivos (v.i) e para os transitivos indiretos (v.t.i). Por convenção, não há nada de errado em sustentar a forma oficial (aceita hoje), exceto pelo fato de ser mais rebuscada, desnecessariamente complicada e menos lógica.

Palavras iniciais ...

          Boa tarde, improvável visitante. Este "blog" tratará apenas de assuntos desprezados pelas pessoas em geral; Assim, suspeito de que eu serei seu único visitante. Pensei em colocar umas fotos de mulheres nuas, notícias de novelas e teorias conspiratórias apenas para melhorar o interesse geral (kkkk); mas, como aqui tratarei de minhas percepções, impressões e reflexões pessoais, submeto-me à baixa audiência em atenção ao meu respeito pessoal. Obrigado!